"Got another phone call telling me the words
got another story for me to learn
say the truth out walking, walking out my dor
I didn`t try to follow `cause I knew the score" - Izzy Stradlin`
Um pássaro corta o céu e simula alcançar o infinito
Mais alguém veste um véu e torna esse momento mais bonito
Mas sei que todo céu tem risco e é parte de um rito
e o doce da Lua de Mel não tem que ser finito
Mas se anda na rua com olhar perdido e passo aflito
Saiba que existem olhos com brilho e nenhum delito
A alma, toda nua, faz de seus traços um mito
onde o ar, o mar, o lar são apenas gotas rústicas de granito
Extrai-se vida de um organismo qualquer
Faz-se vida pelo organismo de uma mulher
E mesmo quando quer bem, não sabe se quer
Se a vida começa ou vai onde quer
Cacos de sim e não moldam telhado de talvez
e quando perde, se perde! E perde de vez
Mentira e sabotagem, as vezes, passam por insensatez
mas águas turvas não lavam a mão do freguês!
Mas são apenas símbolos de lendas que simulam prática e teoria
Pessoas presas por pactos, sem grades, sem telas, nem alforria
Os braços não abrem, os sonhos não valem, a natureza já nem sabe pra que servia
E a duras penas e palavras simples por aqui se concluiria
Um pássaro corta o céu e simula alcançar o infinito
Extrai-se vida de um organismo qualquer
Mais alguém veste um véu e torna esse momento mais bonito
Faz-se vida pelo organismo de uma mulher
Mas sei que todo céu tem risco e é parte de um rito
E mesmo quando quer bem, não sabe se quer
e o doce da Lua de Mel não tem que ser finito
Se a vida começa ou vai onde quer
Mas se anda na rua com olhar perdido e passo aflito
Cacos de sim e não moldam telhado de talvez
Saiba que existem olhos com brilho e nenhum delito
e quando perde, se perde! E perde de vez
A alma, toda nua, faz de seus traços um mito
Mentira e sabotagem, as vezes, passam por insensatez
onde o ar, o mar, o lar são apenas gotas rústicas de granito
mas águas turvas já não lavam a mão do freguês!
Mas são apenas símbolos de lendas que simulam prática e teoria
Pessoas presas por pactos, sem grades, sem telas, nem alforria
Os braços não abrem, os sonhos não valem, a natureza já nem sabe pra que servia
E a duras penas e palavras simples por aqui se concluiria
A arte imita a vida, organizando os eventos e a trajetória
Os pelos nascem e aí uma eterna sensação de vitória
A vida imita a arte e mescla tudo o que se diz digno e escória
Mastigando, mixando, declarando e demonstrando que somos
Coadjuvantes de nossa própria história
(By Christhiano "Khris" Zacareli) 14/07/2013
say the truth out walking, walking out my dor
I didn`t try to follow `cause I knew the score" - Izzy Stradlin`
Um pássaro corta o céu e simula alcançar o infinito
Mais alguém veste um véu e torna esse momento mais bonito
Mas sei que todo céu tem risco e é parte de um rito
e o doce da Lua de Mel não tem que ser finito
Mas se anda na rua com olhar perdido e passo aflito
Saiba que existem olhos com brilho e nenhum delito
A alma, toda nua, faz de seus traços um mito
onde o ar, o mar, o lar são apenas gotas rústicas de granito
Extrai-se vida de um organismo qualquer
Faz-se vida pelo organismo de uma mulher
E mesmo quando quer bem, não sabe se quer
Se a vida começa ou vai onde quer
Cacos de sim e não moldam telhado de talvez
e quando perde, se perde! E perde de vez
Mentira e sabotagem, as vezes, passam por insensatez
mas águas turvas não lavam a mão do freguês!
Mas são apenas símbolos de lendas que simulam prática e teoria
Pessoas presas por pactos, sem grades, sem telas, nem alforria
Os braços não abrem, os sonhos não valem, a natureza já nem sabe pra que servia
E a duras penas e palavras simples por aqui se concluiria
Um pássaro corta o céu e simula alcançar o infinito
Extrai-se vida de um organismo qualquer
Mais alguém veste um véu e torna esse momento mais bonito
Faz-se vida pelo organismo de uma mulher
Mas sei que todo céu tem risco e é parte de um rito
E mesmo quando quer bem, não sabe se quer
e o doce da Lua de Mel não tem que ser finito
Se a vida começa ou vai onde quer
Mas se anda na rua com olhar perdido e passo aflito
Cacos de sim e não moldam telhado de talvez
Saiba que existem olhos com brilho e nenhum delito
e quando perde, se perde! E perde de vez
A alma, toda nua, faz de seus traços um mito
Mentira e sabotagem, as vezes, passam por insensatez
onde o ar, o mar, o lar são apenas gotas rústicas de granito
mas águas turvas já não lavam a mão do freguês!
Mas são apenas símbolos de lendas que simulam prática e teoria
Pessoas presas por pactos, sem grades, sem telas, nem alforria
Os braços não abrem, os sonhos não valem, a natureza já nem sabe pra que servia
E a duras penas e palavras simples por aqui se concluiria
A arte imita a vida, organizando os eventos e a trajetória
Os pelos nascem e aí uma eterna sensação de vitória
A vida imita a arte e mescla tudo o que se diz digno e escória
Mastigando, mixando, declarando e demonstrando que somos
Coadjuvantes de nossa própria história
(By Christhiano "Khris" Zacareli) 14/07/2013
Gostei demais do texto...(Débora)
ResponderExcluirMuito bom....todos os dias estamos prestes a enfrentar problemas que nós já conhecemos....
ResponderExcluirMais como já falamos, todos esses mesmos acontecimentos podem mudar ao longo de nossas próprias decisões e nossas próprias escolhas!!! Gostei também!!!
Beijos Chris!!!
Nah Germano.
Um conteúdo repleto de sentimentos..tudo a ver com uma excelente música, afinal todos buscamos algo que nos remeta à nossa própria história!!! PERFEITA!!! Bjosss, Virgínia.
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